,
Mostrando postagens com marcador dicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dicas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de maio de 2009

E o frio chegou...








Chegou o frio e com ele aquela vontade de ficar em casa, com quem se gosta, aproveitando a lareira.

Pois é para esse clima caseiro que a Mercearia Guahyba sugere uma deliciosa fondue de queijo, acompanhada de vinho e uma boa conversa entre amigos. O que você acha?

Por isso, nossa sugestão é uma receita simples e fácil de fazer.

Ingredientes

  • 250g de queijo gruyère
  • 250g de queijo provolone
  • 1 dente de alho
  • 1 pitada de noz moscada
  • 1 colher de sopa de amido de milho
  • 3/4 de um copo de vinho branco seco (cerca de 180 ml)


Modo de fazer

Rale os queijos no ralador ou processador. Dissolva o amido de milho no vinho branco e misture com o conhaque. Adicione a noz-moscada a este líquido. Passe o alho nos lados e fundo da panela. Coloque os queijos e o líquido que você preparou na panela e vá misturando, sempre em fogo baixo, até fundir totalmente o queijo. Continue mexendo até que a massa ganhe uma consistência homogênea, logo após levantar fervura.

Caso fique muito líquido, dissolva mais um pouco de amido de milho em um cálice de água e adicione à mistura. Sirva preferencialmente com pão italiano, mas na falta desse você pode usar outro pão, desde tenha consistência firme para não se despedaçar quando você mergulhar no queijo.

Não é uma delícia? Claro que você também tem a opção de uma mistura pronta. São sempre saborosas e muito mais práticas.

Acompanhe com o vinho que mais combina com você e não abra mão da boa companhia!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Massas artesanais na Mercearia Guahyba

Agora você não precisa mais atravessar a cidade para experimentar as massas da Propasta. As deliciosas massas artesanais chegaram à Mercearia Guahyba e já são um sucesso!

A proposta é de uma gastronomia elaborada de forma diferenciada, com preocupação com a qualidade e o sabor que você leva para sua casa. São massas filadas, verdes ou naturais, e recheadas, como raviolis, pansotis e sorrentinos. Com recheios diferentes e saborosos, como cordeiro, nozes, pera e gorgonzola ou presunto parma, garantem uma refeição em clima de festa.



Além disso, você conta com o complemento de deliciosos molhos prontos congelados, como bolonhesa, gorgonzola, pesto ou queijo de cabra, para que não falte nada em sua mesa.

Agora você já sabe: o endereço da Propasta na Zona Sul é a Mercearia Guahyba!

domingo, 26 de abril de 2009

Arroz negro

Cultivado na China há mais de 4000 anos, o arroz negro é uma variedade refinada de grãos escuros, com um retrogosto que lembra o sabor de nozes. Era consumido apenas pelo imperador e sua família, sendo chamado por isso de "arroz proibido".

Seu conteúdo nutricional elevado e baixo valor calórico fazem com que seja recomendado em dietas, como as de redução de triglicerídios ou de restrição ao gluten.

Seu tempo de cozimento é maior em relação ao arroz branco, por isso, recomenda-se deixá-lo de molho em água por algum tempo antes de cozinhar.

Abaixo, indicamos um deliciosa receita para você.

Salada de arroz negro



Ingredientes
  • 240 g de arroz negro
  • 2 cebolas roxas pequenas
  • 10 tomates-cereja
  • 2 minipepinos
  • 4 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem
  • sal a gosto


Ferva bastante água com sal e cozinhe o arroz por cerca de 20 minutos. Escorra-o, resfrie sob água fria e coloque-o numa vasilha funda com 2 colheres de sopa de azeite.
Descasque as cebolas e corte-as em anéis bem finos. Lave e corte em quartos os tomates-cereja. Lave, descasque e corte os pepinos em rodelas.
Junte os tomates e as cebolas num recipiente, tempere com pouco sal e 1 colher de sopa de azeite e misture bem. Em outra vasilha, tempere os pepinos com uma pitada de sal e o azeite restante. Disponha em pratos individuais o arroz negro e distribua sobre ele a salada de tomate e cebola. Guarneça com um pouco de pepinos e sirva frio. Serve 4 pessoas.
(Fonte: A Grande Cozinha, vol. 4: Arroz e Risotos)

Sugestão de harmonização:
Finca El Origen Chardonnay ou Espumante Nocturno Brut Rosé

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Sabores agridoces

Preparamos uma seleção de molhos e geléias agridoces que você encontra na Mercearia Guahyba, para dar mais sabor aos pratos leves do verão.


CHUTNEY

De origem indiana, não é nada mais que uma geléia agridoce picante que tem na sua composição frutas - a mais comum é a manga -, muito vinagre, açúcar e especiarias. Acompanhamento ideal para carnes, frias ou quentes, aves, embutidos e queijos.


MOLHO DE MENTA

De sabor requintado e diferente, é feito de menta, vinagre e açúcar. Esse molho é um ótimo acompanhamento para cordeiro e peixes.



GELÉIAS AGRIDOCES

A geléia saiu do chá da tarde para acompanhar assados em pratos agridoces, uma das tendências da gastronomia contemporânea. Geléias de pimenta, hortelã e gengibre, gengibre e limão dão um toque diferente de frescor àquele lanche da noite, com carnes frias, embutidos e pães. Até o tradicional churrasco aceita muito bem esse acompanhamento exótico e saboroso!

RELISH DE PEPINO

Molho agridoce de vegetais macerados, transforma um simples hambúrguer grelhado ou um cachorro quente numa delícia! Também fica bem em biscoitos, torradinhas ou ainda como molho de base para sanduíches, saladas, etc.



Essas geléias e molhos são boas opções para serem servidos como canapés, de tão gostosos e práticos que são. Além de tudo, uma vez servidos com torradas ou tortillas, merecidamente terão a oportunidade de brilharem como astros principais, e não apenas como fiéis coadjuvantes que enriquecem nossos filés, peixes, queijos...

Bom apetite!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Os vinhos e o verão


A chegada das altas temperaturas pede comidas mais leves. É o momento certo de apreciar os brancos, rosés e espumantes. Isso, muitos já sabem. O que poucos sabem é que a produção brasileira apresenta ótimos rótulos a preços acessíveis não só de espumantes, mas também de brancos, rosés e tintos menos encorpados.

Destacam-se nesse cenário as pequenas vinícolas familiares, como Pizzato e Dal Pizzol, que vêm surpreendendo o mercado nacional e internacional pela qualidade e ousadia na produção de uvas menos tradicionais.

PIZZATO


Pizzato Chardonnay
A chardonnay oferece brancos diferentes, por ser a uva mais encorpada entre as uvas brancas e os vinhos que dela são feitos são muito ecléticos. O Chardonnay 2008 da Pizzato, com seu aroma forte de abacaxi, logo nos toma de assalto. As uvas foram colhidas em fevereiro e foram produzidas 9.700 garrafas de 750 ml e 2 mil de 375 ml, todas numeradas.
Harmonização: massas com molhos brancos, frutos do mar, peixes pouco e bem condimentados, lagosta, salmão, ostra, caviar, canapés finos, fondue de queijo, frutas frescas, queijos tipo brie, camembert.

Fausto Merlot Rosé
O Brasil não tem muita tradição na produção de rosé, vinho versátil que deve ser bebido gelado e tem a cara do verão. O Fausto Merlot Rosé é produzido com 100% de uvas merlot apenas desengaçadas, isto é, sem passar pelo processo de moagem. Chama a atenção pela qualidade e pelo preço. É produzido com uvas do vinhedo Dr. Fausto, em Dois Lajeados, a 50 km do Vale dos Vinhedos.
Harmonização: de grande versatilidade gastronômica, acompanha carnes e massas pouco condimentadas, além de queijos macios, chesters e frutos do mar.


DAL PIZZOL

Dal Pizzol Sauvignon Blanc
A Sauvignon Blanc é naturalmente famosa na França pelos renomados vinhos que origina, como Sancerre e Pouilly-Fumé, especialmente na Nova Zelândia, Califórnia, Chile e África do Sul. Seus vinhos são exuberantes, de aroma penetrante que lembram, às vezes, relva, ervas, frutas verdes e outros complexos aromáticos, sem a necessidade do carvalho. No Brasil, o clima e solo gaúchos, tanto da serra gaúcha como de outras regiões onde a cepa se adaptou e está sendo cultivada, resultaram em vinhos extremamente especiais, tanto no paladar como nos aromas, repetindo a performance da variedade nos outros países.
Harmonização: peixes de sabor menos acentuado, camarões, lagostas, saladas, entradas suaves e queijos de cabra.

Dal Pizzol Gewurztraminer
Sobre as origens da cepa Gewurztraminer existem diferentes versões. A mais aceita é a que atribui sua origem no povoado de Tramin, no Tirol Italiano (Termeno) ao sul do lago Caldaro. De lá, propagou-se para a Áustria, Alemanha, Itália, Alsácia, etc. No Palatinat (Alemanha) teriam sido selecionados diferentes clones, um dos quais apresentou uma intensidade nitidamente maior de aroma, tendo sido acrescentado ao nome Traminer a expressão “Gewurz” (alemão) resultando Gewurztraminer, significando o Traminer mais aromático. No Brasil, os pioneiros foram os dois imigrantes italianos Annuncio Ungaretti e Antonio Pieruccini que, em 1886, trouxeram da Itália, entre outras a Traminer e a cultivaram no vinhedo deste último nos arredores de Caxias do Sul. Pieruccini, toscano, natural de Luca foi certamente o precursor do vinhedo em espaldeira desta Região, do qual foi ardoroso defensor e ao mesmo tempo crítico veemente da pérgola ou latada por considerá-la inadequada a este clima. Os vinhos Gewurztraminer mais famosos encontram-se no Tyrol Italiano, na Áustria, Alemanha e Alsácia.
Harmonização: pratos levemente condimentados como massas com frutos do mar, carnes brancas, peixes, frutas, sobremesas e também queijos tipo brie, camembert e roquefort.

Outras sugestões
A Pizzato produz espumantes excelentes, com destaque para o Pizzato Rosé, feito de merlot e egiodola, uma combinação diferente de uvas tintas que lhe deu um caráter todo especial. Para quem não abre mão de um tinto, sugerimos Dal Pizzol Pinot Noir e Dal Pizzol Gamay Beaujolais. São tintos leves, agradáveis e despojados, como os dias e noites quentes de verão.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Mel de Acácia

Para quem gosta de mel, esta é uma dica preciosa: o mel de acácia.

Devido a seu alto conteúdo de frutose, permanece líquido por mais tempo e é ideal para adoçar infusões (puro) ou diversos tipos de pratos, queijos e mesmo para o preparo de sobremesas.

As Avelãs com Mel de Acácia da Cascina San Casciano, da Itália, são saborosas puras, acompanhando queijos ou como recheio de tortas de massa folhada. Uma delícia!

O mel trufado ou aromatizado acompanha muito bem carnes e queijos. Encontramos uma receita de Carré de Javali ao Mel Trufado que vai fazer o maior sucesso em sua mesa.

Ingredientes:
  • 800 g de carne ou 8 costeletas
  • 1 colher de sobremesa de mel de acácia trufado
  • 1 limão siciliano
  • 1/2 copo de vinho branco
  • 1 pitada de pimenta
  • 1 colher de sobremesa de manteiga
  • sal a gosto

Modo de fazer:

Fatie o carré entre os ossos, tempere com o limão, a pimenta e o sal e deixe descansar um pouco. Numa frigideira, derreta a manteiga e junte o carré até dourar os dois lados da costeleta. Retire a carne da frigideira e reserve. Na mesma frigideira, acrescente o vinho branco, misture bem com o fundo da fritura e acrescente o mel trufado. Volte a carne para a frigideira por dois minutos.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Flor de sal

Em nosso dia-a-dia, percebemos que alguns produtos da loja chamam especial atenção de nossos clientes. As perguntas sobre as características, a procedência ou o melhor uso deste ou daquele produto são freqüentes. Um deles é a flor de sal.

Tesouro da gastronomia francesa, a flor de sal (fleur de sel) são cristais que formam uma fina camada sobre a superfície das salinas, em uma combinação harmoniosa da água do mar com o sol e o vento. Possui grãos irregulares, de textura crocante e sabor delicado, que encantam chefs e gourmets do mundo todo.

O fino ingrediente é colhido artesanalmente pelas mãos cuidadosas dos paludiers ou sauniers, os profissionais que, seguindo uma tradição celta milenar, colhem cristais antes que eles se precipitem nas salinas. Na França, a coleta acontece durante o verão, de julho a setembro, por meio de um instrumento especial, a lousse. É o contato com a água salgada que torna esse condimento rico em nutrientes como potássio, magnésio, cálcio e ferro. No sal comum, esses elementos são perdidos durante a precipitação. Os principais produtores são Guérande, île de Ré e île de Noirmoutier, na costa atlântica francesa.

Usada como condimento especial na finalização de pratos, pode ser saboreada crua, ou sobre saladas, legumes cozidos, aves e peixes grelhados. Fica uma delícia sobre pão fresco combinado com manteiga sem sal, azeite ou queijo. Dá um toque especial a comidas delicadas.

A Companhia das Ervas tem flor de sal nacional que chega de Mossoró, no RN, e pode ser apreciada in natura ou condimentada. É uma boa alternativa ao produto importado, que pode ser reservado para ocasiões especiais.

Aqui vai uma sugestão bem diferente para o uso da flor de sal:

Doce de côco com gengibre e flor de sal
  • 300g de coco fresco ralado
  • 300g de açúcar
  • 50g de gengibre ralado fino
  • 150ml de água
  • minipitada de flor de sal, para servir

Misture a água com o açúcar e leve ao fogo. Mantenha em fogo baixo e mexa até todos os cristais de açúcar dissolverem. Quando não sentir mais nenhum cristal, aumente o fogo e deixe, sem mexer. Ferva a calda até obter ponto de fio. Jogue o gengibre na panela, mexa por dois minutinhos e acrescente o coco. Cozinhe por cerca de 10 minutinhos, retire e deixe esfriar um pouco em um pote. Divida o doce copinhos e coloque 4 grãozinhos de flor de sal em cada um. Coma de colherinha.